sexta-feira, 9 de março de 2012

raparigas.


ás vezes não compreendo o instinto de uma rapariga, as raparigas vivem sempre na ilusão de encontrar um rapaz perfeito, um rapaz que as ame, que ignore todos os seus defeitos, que não seja ciumento nem controlador, um rapaz que lhe faça imensas promessas e seja homem o suficiente para as cumprir todas, uma por uma, um rapaz que se preocupe mas não seja excessivo, um rapaz que a proteja, que a faça sentir segura, que lhes faça dedicatórias e que as assuma á frente dos seus amigos, que abdique de quase tudo para estar com ela, que a faça sentir leve e faça com que o medo e os receios do dia-a-dia por um momento desapareçam, que faça as coisas parecer mais simples (...) e mais que tudo, que não as use, e que espere o tempo necessário seja para o que for. sei que todas as raparigas sonham ou já sonharam um dia com isso, eu mesma já o fiz, já acreditei que o "sempre" existia, e já me enganei pensando que o amor superava tudo, já saí magoada com lágrimas intermináveis de um relacionamento, já dei o que tinha e o que não tinha e mesmo assim não resultar, já deixei de parte o meu orgulho, já dei o braço a torcer vezes demais a ficar de ferro, já aprendi que relacionamentos que hoje são seguros amanhã podem destornar por completo. o que me revolta é que por muito que não notemos, á sempre alguém que nos quer bem, sempre alguém que nos avisa quando estamos erradas ou quando sabem que vai dar errado e muitas das vezes não damos ouvidos, raparigas andam atrás de cabrões enquanto podiam ter um verdadeiro princepe do seu lado, um princepe talvez não tão bonito com esse tal "deus grego" mas muito mais bonito no interior, rapazes que estejam prontos para realmente amar e que quando não se sentem prontos, hesitem, para não nos magoar, contudo, não existem exemplos de pessoas que nos façam perceber o quão dói até vivermos realmente a dor. contudo aprendi que rapazes há muitos, cabrões á muitos mais.

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