quarta-feira, 16 de maio de 2012


ele- eu amote sem hífen para que nada nos separe.
ela- muito antiga.
ele- eu amo-te daqui até á lua.
ela- distância muito curta.
ele- és o meu "para sempre"
ela- "para sempre" não existe.
ele- és a mãe dos meus filhos.
ela- não quero ter filhos.
ele- AMO-TE!
ela- "bom dia" também para ti.
ele- o que se passa contigo princesa?
ela- nada, simplesmente cansei-me de ouvir sempre as mesmas coisas, o mesmo bate-coro típico dos rapazes, sempre a mesma coisa, já cansa!
ele- só gostava que percebesses que as minhas palavras são as mais sinceras e que te amo do fundo do meu coração, gostava muito que acreditasses que o "para sempre" podia existir connosco.
ela- se nunca existiu com ninguém, porque haveria de ser diferente connosco?
ele- porque nós podemos marcar a diferença. posso perguntar-te algo?
ela- sim.
ele- porque é que és tão pessimista?
ela- não sou pessimista, sou realista.
ele- não, tu não tens vontade.
ela- vontade?
ele- sim, é disso que precisamos para ser felizes.
ela- não quero ser feliz.
ele- mas eu irei fazer com que sejas.
ela- não podes.
ele- porque não?
ela- porque eu não quero.
ele- eu insisto.
ela- não vale a pena, esquece isso, e esquece-me a mim, enfim, amo-te.
* vira costas * ^
ele- O QUE SE PASSA? CONTA-ME AGORA! nunca foste assim para mim, estás a acabar comigo? o que se passa? conta-me.

não há continuação, fixe.

terça-feira, 1 de maio de 2012

eu era feliz, era feliz contigo do meu lado, era feliz por saber que quando chorasse te teria do meu lado para me limpar as lágrimas, dar-me um beijo e falares comigo para me consolares, era bom saber que independentemente de tudo continuávamos juntos a ultrapassar barreiras, barreiras essas que hoje se tornaram impossíveis de destruir, enfim, era bom saber que podia contar contigo não só como namorado mas também como amigo, e para além disso, ter ainda um irmão, são três coisas diferentes, e tu fazias todas essas " personagens " na perfeição, não punha um defeito em ti, e ainda hoje, não ponho, a culpa foi minha, e eu tenho pela noção disso, o passado está lá atrás, mas mesmo no presente, eu continuo cometendo o erro de pensar de como tudo teria sido diferente se eu tivesse agido da maneira certa, se eu o tivesse feito, hoje poderia chamar-te de namorado, e estaríamos perto de fazer os 5 meses de namoro, e o destino foi cruel connosco, pois no dia 13, precisamente três dias de termos feito 1 mês, tudo terminou de uma maneira brutal, não dei valor, sinto-me mal agora que caí em mim, tentei esquecer-te, mas simplesmente não deu, e porquê? porque independentemente de ser nova eu amei-te com tudo o que tinha, e infelizmente, continuo a amar, por vezes gostava de saber o que surge na tua cabeça quanto a mim, por vezes finjo que já não quero saber, mas sinto saudades, e é isso que resta do " nós " perdido algures, saudade, e recordações, que bom, sentir-me livre, sem ninguém. NÃO, eu preferia mil vezes ter-te comigo, estar comprometida, estar com um namorado e talvez com todos os problemas de sempre e ainda assim resultar, peço desculpa por tudo, love you.