First impressions ✖
Raquel ; 13 ; Portugal .
terça-feira, 17 de julho de 2012
Já se passa algum tempo desde que deixei de me importar com aquilo que me diziam\ faziam, eu ansiava respeito, precisava de um pouco de compreensão talvez, eu própria não entendo o que se passava na minha cabeça, apenas posso dizer que fui respeitada a partir do momento em que ganhei atitude, eu bati no fundo, deixei que as pessoas comandassem a minha vida sem mais nem menos, tal qual um jogo, mas decidi mudar isso, e fi-lo brutalmente, afastei-me e tudo e todos aqueles que sentia que já não me consideravam alguém digno de respeito e decidi que essas mesmas pessoas teriam que correr atrás, porque já estava farta de chorar, chorar por pessoas que não mereciam ou talvez merecessem mas ainda assim decidi manter-me distante, e foi o meu maior desafio: stay strong.
domingo, 17 de junho de 2012
sinto ciúme de tudo aquilo que vejo, de tudo aquilo que sinto, de tudo aquilo que oiço, sinto ciúme de tudo o que é relacionado contigo, sinto ciúme quando brincas com outras raparigas, sinto ciúme quando lhes dás mais valor do que a mim, sinto ciúme quando te vais embora á espera delas e não á minha, sinto ciúmes quando lhes mandas mensagens a elas e não a mim, sinto ciúme quando falas com elas com esse teu sorriso e para mim não, sinto ciúme de todos os teus comentários e gostos nas fotos delas e não nas minhas, fico com ciúmes quando dás beijinhos lindos e fofos nelas e não a mim, sinto ciúme de tudo, mas de tudo mesmo, eu necessito de ti e não desse ciúme que trago comigo todos os dias da minha vida, acredita que sem ti sinto um vazio enorme dentro do meu coração, choro cada vez que penso que te podes ir embora e esquecer tudo o que vivemos juntos, todos os momentos que tivemos, as conversas, os beijinhos, os abraços, as brincadeiras e tudo mais por ai fora, preciso de ti como a comida precisa de sal meu amor, és a pessoa mais importante da minha vida e não tenho problemas nenhuns em assumir isso, contei-te o que sentia e prometeste que não iria mudar nada, mas afinal mudou, mas não importa pois agora guardo comigo as recordações de nove meses, nove meses que partilhei contigo durante as aulas, as nossas saídas, e quando nos fartávamos de andar um com o outro, quando vinhamos juntos para casa, e eu te deixava na tua casa, quando nas quartas feiras me desafiavas para irmos dar uma volta só para não irmos tão cedo para casa, quando chegávamos a tua casa e de repente me lembrava de um sitio giro para irmos juntos passear e tu alinhavas em vir, quando de manhã me fazias chegar atrasada porque me pedias para ir até tua casa para irmos juntos para escola, e depois demoravas séculos, eu sinto saudade, sinto amor, sinto veneração desses tempos, foste e és o pior veneno que alguma vez pude tomar, quase destruíste as minhas relações porque te armavas em parvo e não aprovavas nenhuma das minhas curtes, quando me avisavas que os gajos não prestavam e quando me dizias que só me ia magoar, quando te preocupavas comigo e dizias que eu era diferente, era a tua maninha, e que não querias que sofresse, quando me ignoravas e até quando me chamavas nomes, quando eu chorava por causa de ti e tu ficavas chateado, mas depois acabavas por dar o braço a torcer, tenho saudades tuas e ainda nem sequer passou uma semana, no último dia quando me abraçaste e eu te disse que ia ter saudades, pois, eu há morro com elas, e quando viras-te costas, comecei a chorar como se não houvesse amanhã, és demasiado importante e eu não posso deixar de pensar em ti,diz-me que a nossa amizade não vai acabar, promete não ir que eu prometo ficar, promete sorrir e eu prometo não chorar, amo-te muito seu otário lindo
quarta-feira, 16 de maio de 2012
ele- eu amote sem hífen para que nada nos separe.
ela- muito antiga.
ele- eu amo-te daqui até á lua.
ela- distância muito curta.
ele- és o meu "para sempre"
ela- "para sempre" não existe.
ele- és a mãe dos meus filhos.
ela- não quero ter filhos.
ele- AMO-TE!
ela- "bom dia" também para ti.
ele- o que se passa contigo princesa?
ela- nada, simplesmente cansei-me de ouvir sempre as mesmas coisas, o mesmo bate-coro típico dos rapazes, sempre a mesma coisa, já cansa!
ele- só gostava que percebesses que as minhas palavras são as mais sinceras e que te amo do fundo do meu coração, gostava muito que acreditasses que o "para sempre" podia existir connosco.
ela- se nunca existiu com ninguém, porque haveria de ser diferente connosco?
ele- porque nós podemos marcar a diferença. posso perguntar-te algo?
ela- sim.
ele- porque é que és tão pessimista?
ela- não sou pessimista, sou realista.
ele- não, tu não tens vontade.
ela- vontade?
ele- sim, é disso que precisamos para ser felizes.
ela- não quero ser feliz.
ele- mas eu irei fazer com que sejas.
ela- não podes.
ele- porque não?
ela- porque eu não quero.
ele- eu insisto.
ela- não vale a pena, esquece isso, e esquece-me a mim, enfim, amo-te.
* vira costas * ^
ele- O QUE SE PASSA? CONTA-ME AGORA! nunca foste assim para mim, estás a acabar comigo? o que se passa? conta-me.
não há continuação, fixe.
terça-feira, 1 de maio de 2012
eu era feliz, era feliz contigo do meu lado, era feliz por saber que quando chorasse te teria do meu lado para me limpar as lágrimas, dar-me um beijo e falares comigo para me consolares, era bom saber que independentemente de tudo continuávamos juntos a ultrapassar barreiras, barreiras essas que hoje se tornaram impossíveis de destruir, enfim, era bom saber que podia contar contigo não só como namorado mas também como amigo, e para além disso, ter ainda um irmão, são três coisas diferentes, e tu fazias todas essas " personagens " na perfeição, não punha um defeito em ti, e ainda hoje, não ponho, a culpa foi minha, e eu tenho pela noção disso, o passado está lá atrás, mas mesmo no presente, eu continuo cometendo o erro de pensar de como tudo teria sido diferente se eu tivesse agido da maneira certa, se eu o tivesse feito, hoje poderia chamar-te de namorado, e estaríamos perto de fazer os 5 meses de namoro, e o destino foi cruel connosco, pois no dia 13, precisamente três dias de termos feito 1 mês, tudo terminou de uma maneira brutal, não dei valor, sinto-me mal agora que caí em mim, tentei esquecer-te, mas simplesmente não deu, e porquê? porque independentemente de ser nova eu amei-te com tudo o que tinha, e infelizmente, continuo a amar, por vezes gostava de saber o que surge na tua cabeça quanto a mim, por vezes finjo que já não quero saber, mas sinto saudades, e é isso que resta do " nós " perdido algures, saudade, e recordações, que bom, sentir-me livre, sem ninguém. NÃO, eu preferia mil vezes ter-te comigo, estar comprometida, estar com um namorado e talvez com todos os problemas de sempre e ainda assim resultar, peço desculpa por tudo, love you.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Depois de um dia cansativo, já sem tempo, dirigi-me a um sítio qualquer, não precisava de ser bonito, até pelo contrário, obscuro naquele momento era o mais indicado para mim, sentei-me num banco molhado pela chuva e lágrimas disfarçadas pela chuva escorriam-me pelo rosto abaixo, não as pudia conter, aliás, nem queria que isso acontecesse, queria chorar, desanuviar a minha mente, queria sair do mundo preso onde vivia, aliás, de onde nunca cheguei a sair, perguntava-me como sair dali, pois a única saída que supostamente era ele, encontrava-se celada. não pensava em mais nada, não me importava de ficar constipada, pois a constipação passava, quanto aquela dor que me invadia, já não tinha tanta certeza disso, levantei-me do branco, sequei as lágrimas, e ainda fraca sorri, inutilmente para a frente, onde se encontravam flores molhadas, olhei a relva e sorri novamente, tentei ficar feliz, quando de repente, me disse a mim mesma : " mas quem queres tu enganar? " e comecei a chorar novamente, compulsivamente, deitei as mãos á cara de o meu pensamento disse-me que estava perdida, pois na verdade lutar não me iria servir de nada, tentei ligar-lhe, mas quando ia marcar o seu número, arrependi-me, pensei no que estava a fazer, não lhe podia ligar, não podia mostrar parte fraca, além disso, não tinha assunto para lhe propor e o mais provável era nem me atender, afinal, quem me atenderia? sentei-me novamente e comecei a pensar na vida, a vida que tinha tomado, o beco sem saída em que me encontrava, e habitualmente, pessoas normais recorreriam ás amigas, mas nem essas me valiam de nada, o que eu precisava era mesmo de mim e apenas de mim, precisava de arranjar uma solução sozinha, sem ninguém, porque ninguém dura para sempre e teria que apender que os amigos não podem estar sempre a resolver os problemas dos outros, habitualmente, agora pessoas normais estariam a dizer que é uma tolice, pois amigos servem para isso, servem sim, servem mesmo, mas do que valeria eu chamar amigos se nem eles me poderiam ajudar numa situação destas?poderiam dar-me o ombro para chorar, mas para isso tenho-me a mim, e choro sozinha sem ter que ouvir : " o que se passa? conta-me. ", porque na verdade, isso irritava-me imenso, e além disso do que serviria estar a deixar amigos preocupados comigo se fui eu que me meti nesta situação? e mais uma vez pessoas normais iriam chamar os amigos mesmo com todos esses contratempos, não importa, decidi não chamar ninguém, passei a ser um cofre fechado, guardava as coisas só para mim, e quando tinha de chorar, chorava, sem ninguém ver as minhas lágrimas, é assim que se esconde a tristeza, não queria estar na posição dos meus amigos se fosse a eles, porque ter uma amiga com uma depressão, é um algo ou tanto chato, levantei-me do banco e segui em frente, fui pelo caminho das flores de onde arranquei uma, talvez ela me transmitisse felicidade, mas não, deitei a flor ao chão, e caí de joelhos no chão repleto de flores molhadas, e continuava a chover, ou melhor, chovia ainda mais, para ser franca, nem sentia a chuva, tal a tristeza em que me encontrava, apetecia-me desaparecer, para um sítio onde ninguém, mas mesmo ninguém me encontrasse, dirigi-me á escola, que estava vazia, pois eram férias da páscoa , entrei lá dentro, dizendo aos auxiliares que iria ver as minhas notas, percorri a escola, percorri todos os cantos onde me costumava encontrar nos tempos livres, ou nas eventuais faltas que cometia, lágrimas corriam novamente pelo meu rosto, segui para a casa de banho do pavilhão onde tinha habitualmente aulas, entrei em segredo, abrindo a porta tentado não fazer muito barulho, quando cheguei á casa de banho, pus as os braços esticados no lavatório e olhei-me ao espelho, a minha cara estava sombria, com o eyeliner a escorrer pelos olhos, parecendo lágrimas pretas, deixando a minha cara assustadora, entrei num dos compartimentos dos sanitários, para que se os auxiliares escolares fossem fazer a inspeção, não me encontrassem lá, ouvi vozes nos corredores, perto da casa de banho, vocês familiares, fiquei em estado choque, eram as minhas amigas que tinham ido ver as notas e agora iam á casa-de-banho, supostamente retocar a maquilhagem estragada pela chuva, tranquei-me dentro do sanitário onde me encontrava, e meti-me em cima de um apoio de ferro, que servia para nos agarrarmos, para que não vissem os meus pés, estavam a rir, e a falar sobre os seus namorados, e depois falaram sobre mim, de como estava afastada e estranha, de como tinham saudades da pessoa que eu era antes, queria chorar, mas não podia, então meti a mão á frente da boca para evitar barulho, e novamente, chorei. quando elas se foram embora, destranquei o compartimento, peguei na minha mala, e saí chorando, escondi-me numa das quinas do pavilhão, para evitar que elas me vissem naquele estado, de seguida, fui ver as notas, aproveitei o fato de estar na escola para o fazer, as minhas notas não foram más, admito que pensei que fossem piores, comparado ao esforço que fiz, saí da escola, e sorri para a auxiliar, dizendo obrigada por me deixar entrar, deram as badaladas das cinco horas da tarde, dirigi-me a casa, onde não se encontrava ninguém, fui para o meu quarto e fechei-me lá, deitei-me na cama e peguei num álbum de fotografias antigas, esta vez não chorei, não valeria de nada chorar por coisas do passado, estavam lá fotos essencialmente minhas e do meu ex-namorado, que me fazia muita falta, nesse preciso momento, ouvi a porta de casa a bater, entrei na casa-de-banho do meu quarto e tratei de tirar os vestígios de eyeliner ainda existentes no meu rosto, fechei o álbum de fotografias e mandei-o para de baixo da cama, destranquei a porta, e deitei-me na cama fingindo estar a dormir, passado uns minutos, a minha mãe entra no meu quarto, o meu coração batia a mil pela rapidez como fiz as coisas, a minha mãe deu-me um beijo na testa e foi embora, nem eu sabia como consegui ficar paralisada de um momento para o outro, mesmo com a vontade imensa de abrir os olhos, passado uma meia hora, saio do meu quarto, encenando estar com sono, e fui ter com a minha mãe á sala, onde esta via televisão no sofá, sentei-me lado a lado com ela e dei-lhe um beijo, de seguida fui á cozinha e preparei algo para ambas comermos, e desafiei-a para um passeio a duas, talvez irmos fazer compras, ela alinhou, como sempre, e fomos, tomei a atitude certa e sabia disso, pois o que eu precisava mesmo era de sais do mundo monótono onde vivia, disse as notas á minha mãe e esta sorriu, duas negas era super-normal, ela entrou no carro, e de seguida entrei eu, ela disse-me que no dia seguinte iriamos novamente passear, pois ela andava cansada e precisava de desanuviar, com um pressentimento de que ela me leu os pensamentos, respondi num suspiro : " a quem o dizes mãe, a quem o dizes ", e fechei a porta do carro.
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Existem coisas que são de todo impossíveis de evitar, muitas vezes não estamos devidamente preparados para as enfrentar mas ainda assim lutamos, porque como anteriormente tinha referido: são impossíveis de evitar. necessitei de estar sozinha, apenas eu e os meus pensamentos, precisava de saber o que eles me diriam, mas por instantes, eles estavam indisponíveis, o meu pensamento estava vazio, leve, e por outro lado, pesado e insuportável, são estes pequenos acontecimentos que me deixam de facto maluca, é óbvio que se estivesse bem, teria arranjado uma solução e provavelmente encontrado uma saída, mas no meio de tantos problemas e uma enorme confusão dentro de mim, acabo por criar ainda menos saídas do que as que existem, e acabo por visualizar um beco sem saída que não passa nada menos, nada mais do que a minha imaginação, realmente, só agora me apercebo do que a tristeza consegue fazer a uma pessoa, deixa uma sensação de coração abatido, é uma situação completamente instável, apenas gostava que este vazio saísse e pode-se arranjar uma solução para que as minhas lágrimas secassem, tanto as exteriores como as interiores, na verdade, lágrimas que ninguém vê, lágrimas que ninguém pensa que existam, mas que existem, e sim, existem á muito tempo, sei que já todos passaram por maus momentos na vida, mas calculo que ninguém tenha passado por maus momentos sem saber a própria razão, sim é verdade, estou assim, confusa, estou assim triste, sem saber a razão, existem imensas e talvez todas elas se estivessem acumulado e talvez isso fizesse com que eu já não aguentasse mais, porque na verdade, não aguento mesmo. não sei o que fazer relativamente a esta inconstante sensação, apenas queria que alguém se preocupasse comigo ou que alguém que eu realmente precisasse entrasse na minha vida e me ajudasse a ultrapassar isto, eu preciso de certas pessoas que neste momento não sabem o que se passa comigo por estarem demasiado distantes, e nem sequer posso contar com eles agora, pois, mas ainda assim, encaro dia-a-dia com um sorriso no rosto, pois ensinaram-me a sorrir mesmo com obstáculos.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Visualizei o nascer-do-sol e ele trouxe-te consigo. eras lindo, deslumbrante, brilhante, tal como um raio do próprio sol, fixei-me nos teus olhos verdes-azulados que me encheram o coração por completo, conti a respiração e finalmente contemplei o que tinha frente a mim: o homem dos meus sonhos, musculado, cabelos louros, bem penteados, agarrei-me a esse homem e um sentimento de afecto me invadiu por instantes como se alguém me agarra-se, estava feliz, com um sorriso enorme estampado no rosto, não sabia de onde vinha nem a sua razão, mas lembro-me de pensar que essa razão seria aquele tal rapaz dos meus sonhos, o estranho é que nunca o tera visto antes mas ele transmitia-me algo que um estranho não transmitia de certo, entretanto, acordei.
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